A atividade econômica de Santa Catarina cresceu 4,9% entre janeiro e novembro de 2025. Os dados são do Banco Central e foram divulgados nesta quarta-feira (21/01). O resultado mais que dobra a média nacional, que ficou em 2,4%.
O indicador usado é o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central. O IBCR funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto.
Com esse desempenho, Santa Catarina lidera o ranking nacional. Goiás aparece em segundo lugar, com 4,7%. Em seguida estão Pará, com 4,4%, Espírito Santo, com 4,3%, e Rio de Janeiro, com 3,4%. Ao todo, o Banco Central monitora 13 estados.
O governador Jorginho Mello atribui o resultado à força da economia catarinense. Segundo ele, o estado aposta em trabalho, segurança pública e desburocratização. A estratégia, afirma, estimula empresas, gera empregos e mantém o crescimento em ritmo acelerado.
Além disso, o avanço é puxado pelos principais setores produtivos. A indústria, o comércio e os serviços cresceram acima da média nacional no período, conforme dados do IBGE.
A indústria catarinense avançou 3,4% entre janeiro e novembro de 2025. No Brasil, o crescimento foi de apenas 0,6%.
Já o comércio teve alta de 5,7% no estado. No cenário nacional, o índice ficou em 1,5%. O resultado catarinense é quase quatro vezes maior.
O setor de serviços também apresentou desempenho superior. Santa Catarina cresceu 3,7%, enquanto o Brasil registrou variação de 2,7%.
Para o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, o crescimento econômico reflete diretamente nos indicadores sociais. Ele destaca que Santa Catarina tem a menor taxa de desemprego, menor desigualdade e baixa dependência de programas sociais. Segundo o secretário, o estado se consolida como referência nacional em desenvolvimento e geração de oportunidades.












