Economia de Santa Catarina registra alta de 4,9% e lidera ranking nacional

    Desempenho de Santa Catarina é superior ao dobro da média nacional, que somou elevação de 2,4% no mesmo período

    Imagem de operários em indústria representando o crescimento econômico de Santa Catarina
    Foto:/Divulgação Roberto Zacarias/SecomGOVSC

    A atividade econômica de Santa Catarina cresceu 4,9% entre janeiro e novembro de 2025. Os dados são do Banco Central e foram divulgados nesta quarta-feira (21/01). O resultado mais que dobra a média nacional, que ficou em 2,4%.

    O indicador usado é o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central. O IBCR funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto.

    Com esse desempenho, Santa Catarina lidera o ranking nacional. Goiás aparece em segundo lugar, com 4,7%. Em seguida estão Pará, com 4,4%, Espírito Santo, com 4,3%, e Rio de Janeiro, com 3,4%. Ao todo, o Banco Central monitora 13 estados.

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    O governador Jorginho Mello atribui o resultado à força da economia catarinense. Segundo ele, o estado aposta em trabalho, segurança pública e desburocratização. A estratégia, afirma, estimula empresas, gera empregos e mantém o crescimento em ritmo acelerado.

    Além disso, o avanço é puxado pelos principais setores produtivos. A indústria, o comércio e os serviços cresceram acima da média nacional no período, conforme dados do IBGE.

    A indústria catarinense avançou 3,4% entre janeiro e novembro de 2025. No Brasil, o crescimento foi de apenas 0,6%.

    Já o comércio teve alta de 5,7% no estado. No cenário nacional, o índice ficou em 1,5%. O resultado catarinense é quase quatro vezes maior.

    O setor de serviços também apresentou desempenho superior. Santa Catarina cresceu 3,7%, enquanto o Brasil registrou variação de 2,7%.

    Para o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, o crescimento econômico reflete diretamente nos indicadores sociais. Ele destaca que Santa Catarina tem a menor taxa de desemprego, menor desigualdade e baixa dependência de programas sociais. Segundo o secretário, o estado se consolida como referência nacional em desenvolvimento e geração de oportunidades.

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