Catarinense 2026 expõe ano difícil para a capital e consagra o interior

Jogadores de Avaí e Camboriú disputam lance em campo durante partida do Campeonato Catarinense, em imagem que ilustra o confronto decisivo entre as equipes.
Foto: Lucas Rhamon/Avaí F.C./Divulgação
Que várzea

A várzea é grande dentro e fora das quatro linhas do futebol catarinense. Já se foi o tempo em que o nosso futebol era respeitado. O que aconteceu no último domingo, na transmissão do jogo entre Avaí e Camboriú, quando a emissora interrompeu a cobertura na Ressacada, como consequência, deixou milhares de pessoas irritadas, que só souberam do resultado bem depois.

O grande favorito

O futebol do interior catarinense está em festa. Não teremos nenhum representante da capital na final. Camboriú e Barra se enfrentam no Scapelli e depois no estádio do Barra. Enquanto isso, Brusque e Chapecoense duelam na terra dos marrecos e decidem a vaga no Oeste catarinense. O Verdão do Oeste é o grande favorito para levantar a taça.

Dando um alívio

Como já dizia o velho profeta lá das bandas do Continente: “Não existe bem que nunca acabe, nem mal que não termine”. No futebol, o tempo é o melhor remédio para os torcedores. No Estreito, o alvinegro derrotou o moribundo JEC por 1 a 0. Já o Marcílio Dias tropeçou em casa diante do Carlos Renaux nos acréscimos, dando um alívio para o time do Estreito.

Esperava essa decepção
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Não podemos esconder o sol com peneira: a eliminação do Avaí dentro da Ressacada, diante de mais de oito mil torcedores, foi uma enorme decepção. O time do Leão pagou o preço por não se impor em casa: faltou intensidade e sobrou vaidade. Nem o torcedor avaiano mais pessimista esperava uma decepção dessas.

Terão que se contentar

Tanto avaianos quanto alvinegros terão que se contentar em assistir aos jogos do Catarinense de 2026 com times do interior. Essa festa do interior acontece pela segunda vez depois que o Leão vacilou nas quartas de final dentro de casa para o Camboriú, e o Figueirense nem sequer chegou à segunda fase, disputando hoje o chamado quadrangular da morte. A última vez que isso aconteceu foi em 2020. A situação está complicada.

Bem-me-quer… mal-me-quer
  • Odiado por poucos e amado por muitos, o véinho da Havan segue a todo vapor e anunciou a inauguração da sua 190ª loja, em Curitiba.
  • Dias desses, fui a uma feira de hortifrutigranjeiros e me assustei com o preço do chuchu, que custava R$ 10,99 o quilo. Enquanto isso, toneladas de cebolas foram descartadas na beira da estrada.
  • Enquanto um certo ator global, daqueles bem “pé de rato”, insiste em falar mal de SC, milhares de brasileiros migram para o estado em busca de boas oportunidades.
  • Enquanto o senhor juiz não apitar o fim do jogo, nada está decidido. E foi assim que aconteceu com o Avaí, derrotado nos noventa minutos e eliminado nas cobranças de pênaltis.
Cartão rosa/vermelho

Cartão rosa para a boa administração do governador Jorginho Mello (PL), que, em reunião nos EUA, anunciou o plano de mobilidade da Grande Florianópolis com o uso do transporte marítimo. Tomara que isso saia do papel rapidamente.

Cartão vermelho para certos servidores do INSS de Palhoça. Dentro desta agência, existem realidades muito diferentes no atendimento ao segurado. Alguns tratam os cidadãos, que pagam seus salários, de forma totalmente inadequada. Eu estive lá e passei por isso. Alguns são verdadeiras malas sem alça e sem rodinhas.

Pensamento do Bambi

Ore, beba água, faça atividade física e trate a pessoa falsa como se não soubesse quem ela é.

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