Futebol catarinense vive reta final decisiva, com Avaí ameaçado e Criciúma na briga pelo acesso

Avaí tenta se afastar do rebaixamento, Criciúma busca vaga na Série A e Figueirense se aproxima das semifinais da Copa SC

Jogador do Avaí disputa jogada contra atletas do Athletic na Ressacada, em confronto pela Série B na reta final do futebol catarinense em 2026.
Foto: Fabiano Rateke/Avaí F.C./Divulgação

Possibilidade de clássico

No último domingo (18), o clima na Ressacada era de decisão. O Avaí precisava da vitória diante do Athletic para continuar na cola do Botafogo-SP. No entanto, a vitória não veio. O jogo terminou empatado em 1 a 1 e, agora, o Leão precisa somar cerca de 11 pontos nos quatro jogos restantes. Diante desse cenário, a possibilidade de termos clássico no ano que vem é grande.

Abusando dos erros

Em Itajaí, o Figueirense não fez um bom primeiro tempo e abusou dos erros diante do Marcílio Dias. Com isso, o time chegou a estar perdendo por 2 a 0. Na volta do intervalo, porém, o Alvinegro mostrou poder de reação e conseguiu empatar em 2 a 2. Assim, está praticamente classificado para as semifinais da Copa SC. Ainda restam dois jogos: contra o JEC, em casa, e o BEC, em Blumenau.

Valiosos pontos

O único clube que ainda pode salvar o futebol catarinense do vexame em nível nacional é o Criciúma. Faltando quatro jogos para o fim da competição, com 59 pontos e na quinta colocação, estou acreditando no seu retorno à elite do futebol brasileiro. No entanto, para isso, terá que conquistar pontos valiosos nas últimas quatro partidas.

Carência ofensiva

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A capacidade total de público na Ressacada é de 17.800 torcedores. Diante do Athletic, 14.872 torcedores foram apoiar o Leão e saíram de lá desiludidos com o empate sem gols. Ao todo, o Avaí finalizou 25 vezes, contra apenas três do Athletic. Mesmo assim, não conseguiu vencer. A carência ofensiva do Leão, mais uma vez, foi o fator negativo neste jogo. Portanto, nem a presença maciça da torcida foi suficiente para garantir os três pontos.

Começou a planejar

E lá vamos nós, quase encerrando mais um mês. Daqui a pouco, a temporada do futebol brasileiro chega ao fim. Enquanto isso, a Chapecoense apenas cumprirá tabela na Série A, porque não sairá da maldita zona. Diante dessa situação, sua diretoria já começou a planejar um novo time para 2027.

Papo de arquibancada

  • Para a tristeza da gauchada que vive por aqui, não poderão assistir aos seus clubes jogarem em Florianópolis. Pelo andar da carruagem, a coisa está feia.
  • O Brusque, que andou ciscando para subir à Série B, não sobe mais e fará companhia ao Figueirense. Enquanto isso, ambos estão esperando o Avaí.
  • A situação financeira do Figueirense é tão “medonha” quanto a do Avaí. Por isso, é preciso resolver urgentemente o presente para estruturar o futuro.
  • Para o desespero da gauchada que se debandou para cá, a situação da dupla Gre-Nal também é complicada. Ambos os clubes estão afundados na maldita zona. Com apenas sete jogos decisivos pela frente, a situação é dramática.
Letícia, que morreu aos 32 anos em decorrência do câncer de mama, aparece sorridente ao lado de seu bolo de aniversário. A imagem acompanha uma homenagem na campanha Outubro Rosa.
Minha sobrinha Letícia, que nos deixou em 2023, aos 32 anos, em decorrência do câncer de mama. Cuide-se, conheça seu corpo e mantenha os exames preventivos em dia, não apenas em outubro. Afinal, cuidar da saúde é um compromisso com a vida. Foto: Divulgação

Cartão rosa/vermelho

Cartão rosa para a campanha do Outubro Rosa, fundamental para conscientizar as mulheres sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero. Afinal, quanto mais cedo ocorre o diagnóstico, maiores são as chances de cura. Além disso, a campanha busca chamar a atenção para doenças que afetam milhares de mulheres em todo o mundo.

Cartão vermelho para a grande abstenção do eleitorado brasileiro nestas eleições. Milhões de brasileiros deixaram de ir às urnas por culpa dos candidatos a cargos eletivos. Só em Santa Catarina, foram mais de 1 milhão de eleitores. Isso porque a disputa foi marcada por ataques, denúncias, comerciais agressivos e até temas religiosos. Diante de tudo isso, o eleitor está indignado com essa política desconectada da vida real.

Pensamento do Bambi

O tema da escala 6 x 1 é interessante. No entanto, quem a defende geralmente não vive nela. Boa mesmo é a escala do Roberto Carlos, que é 1 x 365.

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