ônibus passando por rua arborizada do centro de florianópolis
Vereadores querem saber o cálculo sobre as tarifas de ônibus na cidade e a justificativa para o recente aumento - Foto: Lucas Cervenka/CSC

Com a repercussão popular depois do último aumento das tarifas de transporte coletivo na Capital neste início de janeiro, a possibilidade de uma CPI sobre o tema ganhou força na sociedade e na Câmara de Florianópolis.

Os vereadores pressionaram e conseguiram as assinaturas necessárias. Nesta quarta-feira (9/1), com o aval do prefeito Gean Loureiro, o líder da base de governo na CMF, vereador Renato Geske, protocolou o pedido de abertura da CPI do Transporte Coletivo.

Logo após a virada de ano, as passagens passaram de R$ 3,99 para R$ 4,18 para pagamento no cartão e de R$ 4,20 para R$ 4,40 no pagamento em dinheiro, o que motivou um abaixo-assinado cobrando a CPI e explicações principalmente sobre o cálculo das tarifas, como também a licitação feita em 2014 e a responsabilidade dos terminais que nunca foram utilizados.

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A comissão parlamentar de inquérito vai ser criada com o aval do prefeito. Segundo a Prefeitura de Florianópolis, Gean pediu para a Câmara auxiliar na construção de um transporte cada vez mais eficiente. “Queremos que a Câmara participe e estude todo o contrato do transporte licitado na gestão anterior. Esse é um pedido da população também, que já havia feito um abaixo assinado. Portanto, o legislativo municipal será palco para um debate transparente”, afirmou o prefeito Gean Loureiro.

Como a Câmara Municipal de Florianópolis está em recesso, a CPI deve iniciar somente em fevereiro, quando os vereadores retornam a atividade oficial.

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