Com o fim da feira virtual do mel, plataforma de vendas agora será Mel Catarina

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A 1ª Feira Virtual do Mel de Santa Catarina acabou nessa sexta-feira (31/7), com a participação de mais de 30 produtores de todas as regiões do estado. Agora, a grande novidade é que a plataforma virtual da feira, criada por conta da pandemia e do isolamento social, continua e a partir da próxima semana passará a se chamar Mel Catarina.

Outra novidade é que o mel não será mais tabelado. “A plataforma continua, mas a partir da próxima semana o preço é livre. As pessoas poderão negociar diretamente com o produtor o valor do mel e dos outros produtos apícolas disponíveis na plataforma para venda”, explica Ivanir Cella, presidente da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (Faasc).

Para o ano de 2021 a Faasc e a Epagri, responsáveis pela organização, juntamente com os apicultores e meliponicultores, decidiram que a feira será presencial, como há 21 anos acontece nas ruas do Centro de Florianópolis. Porém, ela vai continuar sendo realizada também em ambiente virtual, para que possa ter um alcance nacional, alcançado em 2020.

pote de com com colher em cima escorrendo mel
Plataforma de negociação entre produtores e consumidores vai continuar no ar, mas agora com novo nome: Mel Catarina – Divulgação/CSC

Como foi a feira virtual do mel

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Sobre a experiência da feira ser realizada em ambiente virtual pela primeira vez, de acordo com Cella, foi excelente para a divulgação do mel como alimento e dos produtos do estado. “Tivemos uma ótima divulgação das marcas dos méis de Santa Catarina para todo Brasil e as pessoas puderam conhecer nosso produto que é de excelente qualidade. Foi o reconhecimento do mel de Santa Catarina, que tem qualidade garantida, nos outros estados brasileiros”, diz Cella, lembrando que o mel catarinense já ganhou seis vezes no Congresso Apimondia como o melhor mel do mundo.

Para Cella a Feira Virtual proporcionou para o setor um ponto fundamental, que é a sensibilização de entidades ligadas ao meio apícola para investir mais na apicultura catarinense com pesquisa e assistência técnica. “Diversas entidades como o Senar, a Epagri, o Sebrae e universidades têm demonstrado isso”, revela Cella.

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