Empresa Canasvieiras e funcionários fecham acordo e paralisação do transporte termina

Funcionários da empresa Canasvieiras, representantes da empresa, sindicalistas e prefeitura da capital estiveram reunidos na manhã de hoje para tratar dos motivos de uma greve relâmpago desses funcionários contra a empresa de transporte coletivo na manhã dessa quarta-feira (26/1).

A paralisação iniciou às 6h, com o bloqueio da garagem dos ônibus da Canasveiras, impedindo também a saída dos ônibus da Transol que ficam no mesmo pátio. Com isso, diversas linhas e milhares de usuários do transporte municipal foram afetados, especialmente no norte, leste e centro de Florianópolis.

na prefeitura, funcionários e emrpesa canasvieiras negociaram acordo para dar fim à paralisação do transporte coletivo em florianópolis
Na prefeitura, funcionários e empresa negociaram acordo para dar fim à greve relâmpago do transporte coletivo em Florianópolis – PMF/Divulgação/CSC

Já houve o encerramento reunião de funcionários do transporte coletivo de Florianópolis, com indicação de acordo de pagamento das dívidas por parte da empresa.

Publicidade

Segundo o prefeito, Gean Loureiro, próximo às 11h40 houve um acordo e por volta de 13h o transporte coletivo será retomado. “não concordamos com algumas empresas que mudaram acordo sem comunicar aos funcionários, assim como não concordamos com o sindicato em fazer uma paralisação sem avisar a população”.

Os funcionários fizeram a paralisação, sem aviso prévio, para protestar contra as demissões de motoristas e cobradores da empresa Canasvieiras durante a pandemia e por causa da falta de pagamento de acertos sobre essas demissões. Muitos funcionários reclamam que a empresa descumpriu o acordo coletivo e estabeleceu critérios próprios sem negociar com os trabalhadores do transporte coletivo. Diante do cenário, o Sintraturb (Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Urbano, Rodoviário, Turismo, Fretamento e Escolar de Passageiros da Região Metropolitana de Florianópolis) organizou o movimento grevista para pressionar pelo acerto de contas.

A greve relâmpago pegou a cidade de surpresa e milhares de pessoas não conseguiram chegar em seus compromissos na parte da manhã, afetando inclusive pontos de vacinação e testagem de coronavírus em Florianópolis. Na parte da tarde os trabalhos tendem a ser normalizados.

Por Lucas Cervenka – reportagem@correiosc.com.br

Publicidade