Florianópolis pretende pagar auxílio emergencial de R$ 300

Projeto da prefeitura pretende alcançar quem não foi contemplado por outros programas

O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), enviará à Câmara Municipal, nesta semana, o projeto de lei que cria o Auxílio Emergencial Municipal de Florianópolis, para ajudar pessoas mais necessitadas que foram afetadas pela pandemia e não recebem nenhum outro tipo de ajuda do governo, como bolsa família ou auxílio emergencial federal.

De acordo com o projeto serão duas modalidades de apoio que vão contemplar famílias que estejam inscritas no CadÚnico. A primeira, geral, que prevê um valor de R$ 1,5 mil divididos em cinco parcelas de R$ 300.

A segunda modalidade é para famílias monoparentais que possuam a mulher como provedora, as chamadas “mães solo”. Neste caso, será um valor de R$ 1.875 divididos em cinco parcelas de R$ 375. O valor diferenciado para as “mães solo”.

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A prefeitura estima que cerca de 3 mil famílias possam estar aptas a receber o benefício. Essas famílias estão cadastradas no CadÚnico e não recebem bolsa família ou auxílio emergencial. Ainda segundo a prefeitura, a verba para apoiar famílias que precisam do auxílio virá de recursos próprios do município.

“Há muitas famílias que não recebem bolsa família e que no ano passado não se inscreveram no auxílio emergencial do governo federal porque não precisavam. O problema é que agora precisam e não possuem mais o direito de receber. São essas famílias, que estão excluídas dos programas, mas que precisam tanto quanto aquelas inseridas, que queremos atingir”, explicou Loureiro. A listagem dos beneficiários será publicada no site da prefeitura após a aprovação da lei.

Em Santa Catarina há também projeto de auxílio emergencial estadual, porém ainda em início de debate.

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