Levantamento identifica 13 pontos perigosos à navegação na Grande Florianópolis

    Acatmar defende atualização da carta náutica e busca viabilizar projeto de fomento à Economia do Mar – Divulgação/CSC

    Um estudo realizado pela Associação Náutica Brasileira (Acatmar) identificou que a Grande Florianópolis tem, ao menos, 13 pontos perigosos para navegação. O documento com a sinalização das áreas de risco foi entregue nesta terça-feira (26) em conjunto com a Capitania dos Portos ao Secretário de Estado de Infraestrutura de Santa Catarina, Thiago Vieira.

    A intenção da associação é que o Governo do Estado possa licitar empresa para realizar o Levantamento Hidrográfico Classe A das Baías Norte e Sul para a atualização da defasada carta náutica (mapa com informações relevantes aos navegantes para que possam executar uma travessia segura) datada de 1957. “Mais de 10 anos se passaram desde a primeira proposta de alteração deste documento. Foram quatro Ministros do Turismo, diversos secretários de estado e nada aconteceu. Desta vez, tivemos um retorno positivo imediato e confiamos que pode se concretizar”, relatou Mané Ferrari, presidente da associação.

    Além da mudança na carta náutica e da sinalização das áreas de risco à navegação, a entidade solicitou apoio para viabilizar o Projeto de Aceleração do Potencial Náutico de Santa Catarina, um compromisso da Acatmar focado na expansão do mercado e na defesa da vida humana. “Importantíssimo para aumentar a competitividade do setor através dos pilares centrais da Economia do Mar, fortalecendo a indústria, o comércio, os serviços e o turismo náutico”, complementou Ferrari.

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    “Após uma análise criteriosa do Projeto de Aceleração do Potencial Náutico de Santa Catarina, o setor de balizamento da Capitania dos Portos observou uma iniciativa expressiva por parte da Acatmar, referente ao projeto de Ordenamento Náutico, o qual contribuirá de maneira impactante para a segurança da navegação e ordenamento do espaço aquaviário. Além de garantir uma perfeita sincronia entre os vários setores da Economia do Mar que utilizam deste espaço”, avaliou Caio Vinícius Cesar Feitosa, Capitão dos Portos de Santa Catarina.

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