Disputa de bola dos jogadores de Avai e Ceará
Avaí perde para o Ceará no apagar das luzes. FOTO: Kid Júnior/SVM / Divulgação

Como se já não bastasse a incompetência do time, o Avaí também padece com esse tal do VAR. É claro que o time não pode atribuir a sua posição na tabela de classificação a erros de arbitragem. Tudo porque a equipe é limitada e não tem personalidade, sem aquele DNA azul e branco. Diante do Ceará, lá no Nordeste brasileiro, o Avaí até que encaminhava um resultado positivo, mas no apagar das luzes, quando tudo parecia que o jogo ia pro 0 a 0, Bergson apareceu dentro da área do Leão pra cabecear pro fundo das redes. O time cearense não marcava um gol no Castelão desde agosto deste ano. Quando a fase é ruim, tudo atrapalha.

Prejuízo flagrante

O Avaí entrou com um pedido de impugnação do jogo contra o CSA no STJD alegando uso incorreto do VAR e de nada adiantou. Paulo César Salomão Filho, presidente da judicatura esportiva brasileira, indeferiu o pedido do Leão e nem sequer enviou o fato para julgamento por achar que “inexistem fundamentos mínimos para que arrumem a pretensão”. A reclamação do clube azurra é que houve erro de direito por parte do árbitro Daronco, que voltou atrás da sua decisão após consultar o VAR e marcar aquele pênalti inexistente, em prejuízo flagrante ao time, que até aquele momento empatava o jogo em 1 a 1.

Maior da Grande Florianópolis

Por conta da falta de terrenos cada vez mais valiosos e ínfimos, prédios mais empinados surgem como opção para quem quer morar nestes monumentos. Em Balneário Camboriú, esse tipo de edificação é o que não falta, e prejudica aqueles que querem tomar um banho de sol no entardecer. As duas torres do Yachthouse, com seus 81 andares, serão a edificação mais alta da América Latina e terão o elevador mais rápido do país, que subirão e descerão os 275m de altura em menos de um minuto. Com 25 andares e 82 metros de altura, o Dolce Vitta Residence, no centro de Palhoça, é o prédio mais alto da Grande Florianópolis. Daqui a pouco iremos virar a Dubai brasileira.

Parando na zaga
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A segundona brasileira está chegando ao fim e nossos clubes não podem desperdiçar as oportunidades. Em Londrina, o Figueirense enfrentou um time que se vê cada vez mais complicado. Foi um jogo envolvendo dois clubes desesperados por uma recuperação. Se por um lado o tubarão precisava da vitória para respirar aliviado na tabela, o Figueirense só não saiu de Londrina com uma vitória por conta de Fellipe Mateus, que perdeu a melhor chance do jogo ao chutar duas vezes contra a meta do Londrina e parar na zaga londrinense.

É a triste realidade

Pra quem já foi uma grata surpresa no futebol brasileiro, hoje em dia os nossos clubes estão vivenciando um apequenamento dentro e fora das quatro linhas. É triste a rotina de ver nossos clubes a cada rodada das séries A e B perderem seus jogos, se afundando cada vez mais na tabela de classificação. A continuar assim, acho que podemos jogar a toalha e aceitar a triste realidade de nossos representantes. Com uma certa mágoa, tenho que admitir que o que vemos são times que deixaram de representar o nosso futebol, perderam a identidade. O negócio agora é começar a pensar num planejamento para a próxima temporada dando uma geral nos elencos. Equívocos no futebol, principalmente nestes brasileirões, o custo é muito alto e o cômputo aí está. É triste a realidade.

Não tem pra ninguém

Quando o assunto é torcida, não tem pra ninguém. Além de liderar com folga neste Brasileirão e embalado pelos gols de Gabriel e Bruno Henrique, o torcedor rubro-negro lidera o ranking de maior média de público com mais de 47 mil espectadores por jogo. Por onde o Mengão tem passado, uma grande massa de torcedores acompanha o time. É claro que esses públicos poderiam ser melhores caso não tivessem alguns fatores que afastam torcedores dos estádios, como transporte público, horário dos jogos e principalmente a insegurança que impera neste país. A violência continua sendo o maior causador do afastamento de milhares de torcedores dos estádios.

Drops da arquibancada

O técnico não é nenhum professor Pardal, o time é o melhor deste Brasileirão, e até o fechamento desta edição, com oito pontos de diferença para o vice-líder. O Flamengo é muito mais time que os seus concorrentes.

O volante Zé Antonio, um dos líderes da manifestação, vai ter que fazer uma cirurgia no joelho, e por conta disso estará fora do restante da segundona brasileira para defender o Figueirense.

O alvinegro apresentou seu novo comandante. Trata-se do experiente Pintado, que terá como missão livrar o clube da Série C. Das duas, uma: ou ele consegue manter o time na Série B, ou ficará marcado com o resto do elenco se cair pra Série C.

A seleção brasileira de Fut-6 é uma das atrações na Copa do Mundo de Mini Futebol na Grécia. E um dos craques desta seleção é Marcelo Marcio da Silva Junior, o Marcelinho, que tem infernizado a vida de seus marcadores. Por aqui, Marcelinho foi campeão palhocense em 2013, defendendo o Paraíso.

Cartão rosa/vermelho

Cartão rosa para todos os professores e professoras de todo o Brasil pela passagem de seu dia. Ser um professor é muito mais que exercer uma profissão, dar aulas, aplicar e corrigir provas. Ser professor é um dom que exige muito esforço, tempo e dedicação. Apesar de serem mal valorizados por quem dirige nossas cidades, esses profissionais fazem das tripas o coração. Parabéns, professores e professoras.

Cartão vermelho para estes sujismundos que não perdem a oportunidade de emporcalhar as nossas cidades. Digo isso me referindo à situação caótica do banheiro público no Centro de Palhoça. Por lá pude perceber que são pessoas, se é que podemos chamar assim, que utilizam aquele importante espaço para avacalhar e deixar o local em estado deplorável. Nem sempre devemos culpar a prefeitura.

Pensamento do Bambi

O melhor professor da vida é a experiência. Ela cobra caro, mas ensina bem.

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