Profissionais do HU entram em greve por reajuste salarial

    Profissionais do Hospital Universitário da UFSC (HU) entraram em greve nesta segunda-feira (26/9) por tempo indeterminado.

    A paralisação ocorre por parte dos funcionários contratados pela da Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), que faz a administração da unidade. Outros HU no Brasil também tiveram a mesma manifestação na semana passada.

    Visão de cima do HU/UFSC. Aprecem algumas árvores e prédios ao fundo. O Hospital tem alguns prédios lado a lado, o que aparece na frente tem cor cinza e branco. Nesta semana, o HU fechou a emergência pediátrica para atender adultos em estado crítico da Covid.
    Funcionários da Ebserh do HU em Florianópolis pedem reajuste de salário – Foto: HU/UFSC/Divulgação/CSC

    A paralisação ocorre para pressionar a empresa a efetivar o acordo coletivo de trabalho, pedindo a aplicação de reajuste salarial de 22%, adicional de insalubridade e chamada de temporários. Os funcionários do HU afirmam que estão sem reajuste há três anos.

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    Em comunicado sobre a paralisação enviado às secretarias estadual e municipal de Saúde, a coordenação do movimento grevista afirma que atendimentos agendados que forem suspensos serão remarcados.

    Em nota enviada à UFSC, a Ebserh, afirma que “com o início das manifestações, fica ainda mais clara a vontade dos empregados, semelhante à da Ebserh, em uma resolução rápida para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Diante do impasse nas negociações, a Ebserh peticionou no dia 10 de agosto, no próprio TST, pedido para análise dos ACT’s em curso, requerendo o julgamento imediato do dissídio coletivo, inclusive quanto aos ACTs em aberto”.

    A empresa também afirma que a relatora do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministra Delaíde Alves Miranda Arantes, determinou o percentual mínimo de 50% dos funcionários no local de trabalho para cada área médica.

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