Secretário estadual de infraestrutura, Carlos Hassler, foi à Câmara de Florianópolis nesta quarta (27/3) dar explicações sobre a demora no início das obras - Foto: CMF/Divulgação/CSC
Secretário estadual de infraestrutura, Carlos Hassler, foi à Câmara de Florianópolis nesta quarta (27/3) dar explicações sobre a demora no início das obras - Foto: CMF/Divulgação/CSC

Na tarde desta quarta-feira (27/3), a Câmara de Vereadores de Florianópolis (CMF) contou com a presença do secretário de Infraestrutura, Carlos Hassler, para dar explicações sobre a situação das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles.

Hassler informou que, como a licitação para reforma das estruturas é de três anos atrás, houve degradação nesse período e será necessário agora reajustar os valores e fazer novo cronograma para a execução.

O contrato foi anunciado em 28 de fevereiro, porém, até agora não houve movimentação efetiva no local para iniciar a reforma.

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As empresas Cejen e Engevix venceram as licitações para reforma e supervisão das obras, respectivamente, com valores de R$ 29 milhões e R$ 1,3 milhão, com prazo de execução de 24 meses.

O secretário disse na tribuna da câmara que as empresas foram ao local fazer nova avaliação. Ele declarou que recebeu o relatório da vistoria pouco antes de participar da sessão na câmara, assim ainda não sabia quais eram os apontamentos feitos pelas empresas.

“O cronograma de execução da obra está em elaboração e todos os envolvidos estão trabalhando para que os serviços nas estruturas comecem em até 30 dias”, disse Hassler.

O autor do requerimento para a presença do secretário, vereador Pedrão (PP), afirmou que a população está aguardando há anos por respostas em relação às pontes. “Inúmeros problemas e denúncias foram feitas ao longo desse período. Lembro aqui, que no dia em que aprovamos o requerimento, de forma unânime, a placa de sustentação soltou. Precisamos também de uma atenção à passarela, para quem pedala e atravessa a pé”, declarou Pedrão.

Passarelas não serão contempladas

Em relação às passarelas, o secretário afirmou que o contrato não prevê a manutenção dessas estruturas e que outro pilar, que não estava previsto no edital de 2016, também deverá ter contrato adicional para reforma.

De acordo com o secretário, será necessário fazer novos levantamentos para poder arrumar essas partes das pontes. Ainda não há previsão de datas ou valores.

Em sua declaração na tribuna, Hassler diz que espera que o reajuste de contrato não ultrapasse 25% previsto em lei, caso contrário um novo acordo terá que ser formulado, o que vai atrasar ainda mais o início das obras.

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