Saiba como desbloquear a conta digital do auxílio emergencial

O procedimento pode ser feito pelo aplicativo Caixa Tem

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Na terça-feira (21/7), a Caixa Econômica Federal informou ter bloqueado contas com suspeita de fraude, mas não detalhou quantas contas foram suspensas no total. O caso também está sendo investigado pela Polícia Federal (PF).

Quem acessar o aplicativo Caixa Tem e estiver com a conta bloqueada terá que verificar em qual das situações se encontra: suspeita de fraude ou inconsistência cadastral. Cada caso terá uma mensagem específica e vai requerer um procedimento diferente.

Para quem está com inconsistência cadastral no Caixa Tem, um novo acesso para envio de documentação, de forma online, deve ser feito. Segundo a Caixa, a análise deve durar cerca de 24 horas. Se a documentação enviada estiver correta, o acesso é liberado automaticamente. Caso contrário, o beneficiário deverá ir até uma agência.

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“Não adianta procurar uma agência neste momento, se você nasceu em outubro, por exemplo, porque estamos pagando os nascidos em janeiro. Isso é importante para evitar as aglomerações, porque não vai adiantar a liberação do Caixa Tem se o depósito só será feito daqui a duas semanas, 20 dias”, destacou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em entrevista nessa semana.

Já quem está com suspeita de fraude na conta precisa ir pessoalmente até uma agência da Caixa, mas de acordo com o calendário de recebimento já previsto. O calendário do auxílio emergencial consta no site da CEF.

Ação de hackers

Pedro Guimarães não quis comentar os números da fraude porque o caso está em investigação. Segundo ele, hackers estavam criando contas digitais falsas para tentar desviar recursos de beneficiários que tinham direito ao auxílio emergencial.

“Inaceitável esta questão dos hackers e, desta maneira, a nossa resposta é contundente, alinhada com a Polícia Federal, porque este é um pagamento para a população mais carente do Brasil em momento de pandemia”, afirmou.

O auxílio emergencial está sendo pago em cinco parcelas de R$ 600 para um total de 65,3 milhões de pessoas, incluindo beneficiários do Bolsa Família. O valor liberado pelo governo até agora é de R$ 128 bilhões.

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