cosme fala ao microfone olhando para um telão em frente a uma plateria masculina sentada que observa em salão cheio de cortinas
Cósme Polêse, presidente da Companhia, falou sobre a chamada pública coordenada de suprimento e as perspectivas do mercado no aspecto regulatório - Foto: SCGás

O presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, esteve presente na reunião da Câmara de Assuntos de Energia da FIESC, realizada ontem na sede da Federação. Toda a pauta do evento esteve voltada ao gás natural, e foram tratadas as projeções de negócios da Companhia e a implantação de um terminal de gás natural liquefeito (GNL) no estado. Esta foi a última reunião do grupo em 2018.

Um dos pontos principais da participação da SCGÁS foram as realizações da Companhia em 2018. Inicialmente, Polêse destacou as 27 indústrias que passaram a consumir gás natural neste ano e os volumes de distribuição históricos atingidos nos últimos meses – até outubro, as indústrias catarinenses consumiram aproximadamente 1,59 m³/dia de gás natural, crescimento de 5,5% em relação ao mesmo período em 2017 e 10,8% a mais na comparação com 2016. Estudos de projeção da demanda de gás natural nos próximos anos mostram que a tendência é que o consumo continue aumentando.

Para atender esta demanda, e também em função do término do atual contrato de fornecimento com a Petrobras em março de 2020, outro assunto tratado foi o futuro do suprimento de gás natural ao Estado. Neste sentido, colaboradores da SCGÁS apresentaram a chamada pública coordenada da qual a Companhia tem participado, em conjunto com mais quatro distribuidoras de gás natural. Esta iniciativa tem como objetivo receber propostas de suprimento de quaisquer potenciais supridores interessados no fornecimento de gás natural a estes mercados.

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Ainda tratando de suprimento, Edson Real, representante da Golar Power Latam no Brasil, apresentou com detalhes a proposta de implantação de um terminal de GNL no Porto de São Francisco do Sul. Caso concretizado, este projeto deve aumentar em 15 milhões de m³/dia a oferta de gás natural aos estados do Sul do Brasil. A proposta ainda carece de aprovações de órgãos ambientais, mas a previsão é que o terminal esteja em operação a partir de 2021.

O aspecto regulatório do mercado de gás natural catarinense também foi abordado no evento. A ARESC foi outro órgão representado na reunião explicando as movimentações da tarifa de gás natural ao longo deste ano.

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