Macrodrenagem promete acabar com enchentes no bairro Serraria em São José

Últimas dez galerias de 2x2 metros serão instaladas nesta semana e moradores já aguardam o “teste” com as chuvas previstas para o fim de semana

máquinas trabalhando na macrodrenagem em São José
Foto: PMSJ/Divulgação

As obras de macrodrenagem no bairro Serraria, em São José, entram na fase final nesta semana. As equipes iniciaram a instalação das últimas dez galerias de concreto de 2×2 metros na Rua José Francisco Vill, ao lado da Unidade Básica de Saúde (UBS). A intervenção busca acabar com os alagamentos que atingem moradores da região há décadas.

Obra amplia promete acabar com enchentes

Com 235 metros de extensão, a nova estrutura substitui a antiga galeria de 1,20 x 1,20 metro. Agora, o sistema contará com galerias maiores e mais modernas, capazes de aumentar significativamente o escoamento da água da chuva.

Nova estrutura será testada nas próximas chuvas

Segundo a Secretaria de Infraestrutura, toda a etapa de macrodrenagem será concluída ainda nesta semana. Além disso, a expectativa da prefeitura é que os moradores já percebam os resultados nas próximas chuvas previstas para o fim de semana.

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O secretário de Infraestrutura, Nardi Arruda, acompanhou os trabalhos e afirmou que a obra resolve um problema histórico da comunidade.

“Estamos resolvendo problemas antigos da cidade, garantindo mais qualidade de vida e valorização dos imóveis”, destacou.

As equipes seguem trabalhando nas escavações e na instalação das galerias. Em alguns trechos, os serviços exigiram escavações profundas para adequar toda a rede pluvial. Além disso, a Rua José Francisco Vill receberá nova pavimentação em paver após a conclusão dos serviços.

O prefeito Orvino Coelho de Ávila afirmou que a obra representa mais um compromisso cumprido pela gestão municipal.

“Estamos enfrentando um problema antigo com uma solução definitiva. Essa obra vai trazer mais segurança para os moradores, melhorar a mobilidade e valorizar toda a região”, declarou.

Morador da Serraria há mais de 16 anos, Valdir Silva relembrou os transtornos enfrentados durante os períodos de chuva forte.

“Quando chovia forte, a água invadia as casas e chegava a níveis muito altos. Era uma preocupação constante. Agora, mesmo com os transtornos temporários da obra, a gente sabe que vai valer a pena”, contou.

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