Avaí decepciona nos Aflitos, Criciúma sonha com o G-4 e Figueirense enfrenta crise financeira

Derrota para o Náutico complica a situação do Avaí na Série B, enquanto Criciúma mantém chances de acesso e Figueirense enfrenta dificuldades financeiras

Jogadores do Avaí e do Náutico disputam a bola durante partida nos Aflitos, em Recife, pela Série B do Campeonato Brasileiro.
Foto: Lucas Rhamon/Avaí F.C/Divulgação

Jogo vergonhoso

Contra o Náutico, nos Aflitos, o Avaí precisava dos três pontos para continuar vivo na luta contra o rebaixamento. Só que, em Recife, o Leão repetiu os erros dos últimos jogos. Defendeu mal, sofreu um gol ainda no primeiro tempo e mostrou, mais uma vez, a falta de competência do ataque para aproveitar as oportunidades. O time entrou em campo sem vontade e apresentou um futebol muito abaixo do esperado. Foi uma atuação vergonhosa para a bonita história do clube.

Pênalti claríssimo

A Regra 14 do futebol, que trata do tiro penal, determina que a arbitragem deve marcar pênalti quando um jogador comete, dentro da própria área, uma infração punível com tiro livre direto. Em São Paulo, o Palmeiras vencia o Vasco por 1 a 0, pela Copa do Brasil, quando Lescano fez uma jogada para cima de Barboza, do Palmeiras. No lance, o zagueiro palmeirense interceptou a bola com o braço. Pênalti claríssimo a favor do Vasco.

Dar uma secada

O Criciúma é o único clube catarinense que ainda pode salvar a imagem do futebol do estado no cenário nacional. O Tigre segue com chances de chegar ao G-4 da Série B, faltando apenas duas rodadas para o encerramento da competição. Depois da vitória sobre a Ponte Preta, o Criciúma também contou com a ajuda do Atlético-GO, que empatou com o Fortaleza. Agora, precisa vencer os dois jogos restantes e dar uma secada no Juventude.

Secar o Ceará

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A vitória do Athletic sobre o Ceará deu mais um sopro de esperança ao Avaí na luta pela permanência na Série B. Na matemática, a situação até pode parecer simples, mas a tarefa é muito complicada. O Leão precisa vencer o São Bernardo, em casa, e o América-MG, fora. Além disso, terá que secar o Ceará e torcer para que o adversário não conquiste nenhum ponto nas duas rodadas restantes. Como diria o Zé Joca da Cova Funda: “Não tá morto quem peleia”.

Tá bom

A situação do Figueirense tem dois lados. Dentro de campo, até que está boa. Mesmo com a derrota para o BEC, em Blumenau, que encerrou uma invencibilidade de 13 jogos, o Alvinegro vai disputar as quartas de final da Copa SC contra o Marcílio Dias. Fora de campo, porém, a situação é preocupante. O rombo financeiro histórico, estimado em R$ 300 milhões, sufoca a capacidade de investimento e compromete o fluxo de caixa do clube.

Papo de arquibancada

  • Sem receber salários há três meses, alguns jogadores já pensam em deixar a Ressacada. Felipe Vizeu e Daniel Penha já manifestaram a intenção de sair do Leão.
  • O torcedor colorado está agradecendo a Rodrigo Moledo nas redes sociais pelo “pênalti suspeito” cometido pelo jogador. Moledo já defendeu o Internacional.
  • Quando um time sofre o rebaixamento, o torcedor fica triste, se revolta e faz protestos. Na queda da Chapecoense, nada disso aconteceu. A torcida já parecia conformada com a situação.
  • O Guarani-SP está perdendo jogadores na Justiça e vê suas dívidas comprometerem o planejamento para 2027. O mesmo poderá acontecer por aqui, por conta dos salários atrasados.

Cartão rosa/vermelho

Cartão rosa para o Atlético Catarinense, time feminino da Serraria que, por meio de um projeto social idealizado por sua fundadora, Thay Valtrin, conquistou o título da primeira edição da Taça das Favelas SC.

O Cartão vermelho vai para essa canalhada que anda por aí roubando a fiação elétrica de residências, comércios e indústrias. Nem a subestação da Celesc, no Aririú, escapou. A ação deixou 60 mil unidades consumidoras sem energia elétrica. E o pior é que uma “imundície” dessas não fica grudada nos fios.

Pensamento do Bambi

Novembro Azul: o único mês em que “dar uma espiadinha” lá dentro da sua própria saúde é a melhor escolha e não dói nada. Novembro Azul, eu vou fazer no Sul.

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