PRF apreende mais de meia tonelada de maconha após perseguição no Planalto Norte

    Agentes apreenderam 529 quilos do entorpecente em um veículo com sinais de adulteração após tentativa de fuga

    Agentes da Polícia Rodoviária Federal realizam vistoria em veículo apreendido para registrar e comprovar a apreensão de 529 quilos de maconha.
    Foto: PRF/Divulgação

    Na manhã de segunda-feira (05/01), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um grande carregamento de maconha na BR-280, em Canoinhas. Além disso, a ação contou com o apoio da Polícia Militar de Santa Catarina. Durante a operação, os agentes prenderam um homem.

    A ocorrência começou durante uma fiscalização de rotina. Nesse momento, o motorista de um Nissan Kicks reduziu bruscamente a velocidade ao se aproximar do bloqueio e, em seguida, entrou em um desvio por estrada de terra. Diante da atitude suspeita, os policiais iniciaram o acompanhamento tático.

    Logo depois, após cerca de um quilômetro, a equipe interceptou o veículo em uma via rural. Ao vistoriar o automóvel, os agentes encontraram centenas de tabletes de maconha. Ao todo, a carga somou 529 quilos da droga.

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    Durante a tentativa de fuga, o motorista ainda tentou se livrar de provas. Para isso, arremessou um telefone celular pela janela. No entanto, os policiais localizaram e recuperaram o aparelho pouco depois.

    Além do entorpecente, os agentes constataram diversas irregularidades no veículo. Embora o carro estivesse registrado em Curitiba, no Paraná, os sinais de identificação apresentavam adulterações. Os números de chassi, motor e vidros estavam raspados ou remarcados. Da mesma forma, os códigos de segurança das placas não permitiam a leitura oficial.

    Por segurança, a PRF solicitou apoio da Polícia Militar para o deslocamento do preso. Em seguida, os policiais encaminharam o suspeito, a droga e o veículo à Delegacia de Polícia Civil de Canoinhas.

    O homem, de 23 anos, vai responder por tráfico de drogas, crime que prevê pena de 5 a 15 anos de prisão. Além disso, responderá por adulteração de sinal identificador de veículo automotor, cuja pena pode chegar a seis anos. A polícia vai submeter o automóvel à perícia para identificar o proprietário original.

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