Regiões da Grande Florianópolis e Carbonífera voltam a ter risco alto de Covid

    Matriz de Risco aponta 15 regiões no nível moderado e duas no alto
    Matriz de Risco aponta 15 regiões no nível moderado e duas no alto – SES/Divulgação/CSC

    Atualização da matriz de risco divulgada neste sábado (8/1) aponta 15 regiões de Santa Catarina classificadas como risco potencial moderado (cor azul) e 2 regiões no nível de risco alto (cor amarelo).

    Em relação ao mapa da semana anterior, as regiões da Grande Florianópolis e Carbonífera (Criciúma) tiveram piora na classificação de risco e agora estão no nível alto. A Grande Florianópolis é, no momento, a região com mais casos ativos de coronavírus no estado.

    Já as regiões do Meio Oeste e Nordeste catarinense melhoraram de indicadores e passaram para o nível moderado.

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    Na dimensão de matriz que analisa que analisa a tendência de internação por Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), indicando os possíveis casos de Covid-19 mais graves, todas as regiões de saúde foram classificadas no risco alto, com exceção de Xanxerê.

    Apagão de dados atrapalha

    Um apagão de dados nacionais dificulta o real entendimento da situação da pandemia. Em 9 de dezembro os sistemas que realizam o monitoramento da Covid-19 no Brasil haviam sido afetados devido a um suposto ataque hacker sofrido pelo Ministério da Saúde, atrapalhando o diagnóstico da pandemia de em todo o país, assim como a emissão de comprovantes de vacinação.

    O acesso aos sistemas de informação para registro de casos leves, hospitalizações e óbitos de Covid foi restabelecido no fim do mês de dezembro. Porém, até agora o acesso aos dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI) ainda não foi restabelecido, o que significa que o dado mais recente da cobertura vacinal em Santa Catarina é de 9/12: cerca de 70% da população com duas doses, o que não basta para conter a pandemia de coronavírus.

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