SC recebe 65 mil doses da vacina Janssen para reforço de imunização

    caixas de isopor com o lote de vacinas da janssen sobre carrinho de aeroporto ao lado de compartimento de avião aberto e funcionário manejando as caixas
    Primeiro lote de vacinas para reforço de imunização do público que recebeu a dose única, cerca de 250 mil pessoas em SC - Dive/Divulgação/CSC

    Chegou em Florianópolis, no início da tarde desta quarta-feira (8/12), um lote de vacinas da Janssen para reforço de imunização contra o coronavírus. De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), o lote contém 65.400 doses de vacinas, que serão distribuídas em todo o estado.

    Em nota nesta quarta, o Ministério da Saúde, que ainda não havia confirmado o reforço sobre a vacina de dose única, disse que os 4 milhões de brasileiros que receberam o imunizante da Janssen devem tomar a dose de reforço, também da Janssen, entre dois e seis meses após a primeira aplicação.

    “A orientação é baseada em estudos científicos que mostram aumento significativo da imunidade após a aplicação de mais uma dose da vacina, principalmente com intervalo mais longo, de seis meses”, completou a pasta.

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    Nessa terça o país recebeu um lote total de 1,4 milhão de doses para reforço de imunização contra Covid-19 nesse público. O painel de vacinação da Dive aponta que foram 260.750 pessoas em Santa Catarina que receberam a (até então) dose única e que estão aptas à vacinação de reforço.

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    Três doses contra ômicron

    Estudos preliminares demonstraram que três doses da vacina da Pfizer contra a covid-19 neutralizam a variante Ômicron. O anúncio foi feito pelas empresas Pfizer e BioNTech, responsáveis pelo imunizante.A pesquisa, feita com testes de anticorpos, mostrou que duas doses podem não ser suficientes para proteger as pessoas contra a infecção pela nova variante. Ainda assim, a Pfizer e a BioNTech acreditam que essas duas doses podem proteger contra casos graves de covid-19.

    As farmacêuticas informaram que continuam avançando no desenvolvimento de uma vacina que seja específica para a Ômicron. A previsão é que o imunizante esteja disponível em março do ano que vem, se for necessário.

    Por Lucas Cervenka – reportagem@correiosc.com.br

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