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Assembleia da Granfpolis recebeu diretores da Arteris nesta sexta-feira (11) - Granfpolis/Divulgação

Assembleia da Associação dos Municípios da Região da Grande Florianópolis (Granfpolis) reuniu prefeitos, vice-prefeitos, presidentes de câmaras municipais e outras lideranças nesta sexta-feira (11/11) para discutir o contorno viário da Grande Florianópolis e outras obras menores de mobilidade na região.

Diretores e técnicos da Arteris Litoral Sul, empresa responsável pela obra, falaram sobre os principais entraves para a conclusão do contorno, que vão desde problemas de projeto, obras além do contrato, questões ambientais e componentes indígenas, além de desapropriações de áreas. Segundo a empresa, dos 50km do contorno, em torno de 30 quilômetros estão em obras, executadas pela Camargo Corrêa com 950 trabalhadores e 250 veículos.

“As obras, agora a cargo da Camargo Corrêa, ao que parece, estão indo bem”, disse Ramon Wollinger, vice-presidente da Granfpolis e prefeito de Biguaçu. O prefeito fez um apelo para que a Associação acompanhe  diretamente as obras  e, a Arteris, para que agilize a ligação Biguaçu a São José, concluindo, assim, parte do anel viário.

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Adeliana Dal Pont, prefeita de São José, disse que nenhum dos municípios foi tão parceiro na execução da obra, como São José. No entanto, ressalta a prefeita, “fizemos algumas solicitações junto a Agencia Nacional de Transportes Terrestres, e até agora nada”.

O prefeito de São Pedro de Alcântara, Ernei José Stahelin, defendeu a realização de pequenas obras que, segundo ele, podem melhorar a mobilidade na região como as terceiras faixas, entre outras.

O presidente da Granfpolis, Gian Francesco Voltolini, prefeito de Nova Trento, considerou a reunião bastante importante e agradeceu a presença da maioria dos prefeitos. “Com a Arteris recebemos um diagnóstico sobre as obras e as dificuldades para celeridade do contorno viário da Grande Florianópolis e conseguimos tratar de novas obras que desejamos incluir no Anel Viário, sobre as quais vamos tratar posteriormente com a ANTT, bem como cobrar o cronograma das obras em execução”, detalhou.

Com relação aos consórcios intermunicipais, os prefeitos aprovaram encaminhamentos para que sejam viabilizados, bem como a aprovação em todas as câmaras municipais. “Nosso objetivo é criarmos consórcio primeiro para tratar de questões ambientais, tais como resíduos sólidos e licenciamentos, para depois ampliarmos o leque e atendermos nossas comunidades”, disse.

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