tábua antiga de orientação astrológica

O país está francamente dividido em relação à escolha do(a) candidato(a) ideal para liderar a nação rumo à terceira década do século XXI. A maioria das campanhas está mais empenhada em destacar os defeitos dos demais oponentes e acabam sem tempo – ou sem disposição – para demonstrar suas qualidades e propostas para resolver os problemas comuns a todos os cidadãos: economia fragilizada, insegurança, educação deficiente, saúde pública eternamente em frangalhos, desigualdade social crescente (causa e efeito, ao mesmo tempo, dos problemas na Segurança Pública, é bom destacar), e por aí vai…

Preocupado com essa dificuldade em escolher, e já que as campanhas não parecem preocupadas em ajudar nisso, passei alguns dias procurando maneiras de descobrir, de forma “mais científica”, quais são os melhores candidatos. E já que, para a maioria de nós, fazer estudos aprofundados de História, Filosofia, Sociologia, Ciência Política, Economia, etc., seria complicado e demorado demais, visto que temos que decidir o que é melhor para o futuro do Brasil até o próximo dia sete de outubro, resta-nos lançar mão da milenar ciência da Astrologia, nesta tarefa de separar o joio do trigo.

Vamos, então, às características de cada signo de alguns envolvidos na eleição presidencial e sua forma peculiar de governar, caso eleitos:

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Áries – O político de áries é o típico mandão e autoritário. Ele fala rápido. É intimidador. Não é um signo adequado à nenhuma atividade político-colaborativa. Sua proposta é sempre do tipo: “Ele manda e o povo obedece”.
Foram arianos típicos: Hitler (que nasceu nas últimas horas de áries, sendo, por isso, às vezes, apontado como taurino) e Enéas Carneiro.
Nesta eleição são arianos: Bolsonaro (PSL) e Cabo Daciolo (PATRIOTA).

Aquário – Progressistas e revolucionários, gostam de fazer as coisas de jeitos diferentes. Têm personalidade sanguínea e são honestamente dedicados às causas em que acreditam.
Foram aquarianos típicos: Nicholas Sarkozy (ex-presidente francês) e Dom Hélder Câmara.
Nesta eleição são aquarianos: Fernando Haddad (PT) e Marina Silva (REDE)

Escorpião – Mais narcisistas, são movidos a entusiasmo e, conforme vários exemplos positivos, bastante capazes de liderar positivamente no caminho do bem-estar social.
Políticos escorpianos típicos: Rui Barbosa e Hillary Clinton.
Nesta eleição os escorpianos são: Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Eymael (DC)

Sagitário – Geralmente é o entusiasmado liberal, bem-intencionado, mas pouco pé-no-chão, que se destaca nos debates, mas tem dificuldades em ser levado a sério.
Sagitariano típico: José Mujica.
Nesta eleição: Álvaro Dias (PODEMOS) e João Goulart Filho (PPL)

Virgem – Detalhista, sabe até quantos centavos foram desviados nas vezes em que integrou o governo, mas não conta.
Foram virginianos típicos: José Serra e Dilma Rousseff.
Nesta eleição: Henrique Meirelles (MDB) e Vera Lúcia (PSTU)

Libra – Bem-intencionados, mas nem sempre eficazes em manter o rumo durante a execução dos projetos.
Librianos típicos: Eu mesmo(!), Karl Marx e Ghandi.
Nesta eleição: João Amoêdo (Novo)

Gêmeos – Sociável, adapta-se a gregos e troianos. Assim como librianos, tem certa dificuldade em manter a liderança a longo prazo.
Geminianos típicos: José Sarney e Michel Temer.
Nesta eleição: Guilherme Boulos (PSOL)

E se alguém tiver dificuldade em entender a ironia, reclame neste link.

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